2013 ao gosto do freguês: calendários bacanas para baixar ou se inspirar

Pois é, janeiro está quase chegando ao seu fim… A essa altura todo mundo já deve ter descolado um calendário, mesmo que seja daqueles mais simples, oferecidos como brinde pelos estabelecimentos comerciais. Mas que tal fugir um pouco do tradicional e adotar um com visual mais bacana, menos institucional e pragmático, para usar no resto do ano? E você não precisa, necessariamente, comprar um calendário caro só por ele ser diferente.
Reuni alguns calendários bonitos e criativos que podem ser baixados gratuitamente, ou mesmo servir como inspiração para (re)criar o seu. Todos os sites que estão oferecendo os calendários (com exceção do primeiro) estão em inglês; mas sem maiores dificuldades. É só escolher 🙂

Calendário 2013 com ilustrações de inspiração vintage

A agência de design Impulso Criativo está disponibilizando um belo calendário, com diagramação e cores elegantes e ilustrações de inspiração vintage. Ele está em formato PDF e pode ser impresso em tamanho A3 (cada mês vem em uma folha diferente). Para obtê-lo, você só precisa compartilhar a iniciativa via Twitter ou Facebook. E essa é a forma de “pagamento”: simplesmente passar a ideia para frente!

Ah, e você pode escolher entre a versão em português e em inglês! Pegue aqui o seu!

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A alegria dos portadores de TOC

O universo dos tumblrs é uma fonte inesgotável de coisas engraçadas, bizarras ou inusitadas. Para quem ainda não conhece, um tumblr é uma mistura de blog e twitter, onde a ênfase é na imagem.

O Things Organized Neatly (algo como “coisas organizadas perfeitamente”) é um tumblr que prende a nossa atenção com suas imagens. Ele reúne fotografias de objetos dispostos em uma organização que sempre segue uma lógica de simetria e conceito. As fotografias são variadas e têm diversas origens, mas a impressão que dá é que todas foram “arrumadas” por um obsessivo por organização.

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Ariane Prin e seus lápis feitos a partir de resíduos

Setembro é um mês verde. Não somente porque é quando a primavera começa, mas por reunir diversas datas relacionadas à natureza, ao meio ambiente e sua preservação: o Dia da Amazônia (dia 5); o Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio (dia 16); o Dia da Árvore (dia 21) e o Dia Mundial Sem Carro (dia 22). Aproveitando a ocasião, o Dropsonomia vai publicar, durante esse mês, posts sobre ideias e iniciativas bacanas que envolvam esses temas. Espero que a proposta de um mês temático me force a escrever mais frequentemente; até para não passar o carão de publicar somente um post nesse período…

Começo, então, pela ideia da designer francesa Ariane Prin, que reaproveita o lixo gerado nos departamentos da Royal College of Art, onde faz o seu mestrado, para transformá-lo em lápis.

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E por falar em DIY: Artesanato de guerrilha

Aproveitando a deixa do post retrasado sobre o que fazer com rolos de papel higiênico, resolvi falar um pouco mais sobre DIY, mais precisamente sobre o seu conceito e como alguns grupos mais politizados têm feito uso dele.

O termo DIY, abreviação de “Do It Yourself” (do inglês “Faça Você Mesmo”), nasceu em meados da década de 1970 a partir da cena underground e do punk rock nos EUA e na Inglaterra. Nesse momento, alguns jovens – cansados da indústria cultural e de toda a parafernália comercial que circundava a música da época – resolveram arregaçar as mangas e fazer sua própria música (mesmo que soubessem tocar apenas três acordes), seus próprios discos, seus shows, seus filmes caseiros e seus fanzines. A base do pensamento DIY era o espírito empreendedor e anarquista. Atualmente, o princípio do Faça Você Mesmo está presente em diversos campos como, por exemplo, o da tecnologia onde as pessoas podem produzir conteúdo e comunicar suas ideias – sem precisar da mídia dita oficial – através de blogs, ferramentas de redes sociais, etc.

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Momento DIY: Transformando rolos de papel higiênico em objeto de decoração

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados em 2007, o Brasil gera 230 mil toneladas de lixo por dia, sendo que apenas 4% disso é reciclado. Ideal mesmo, é que a preocupação não se concentre apenas na hora de dar um destino final aos resíduos. Além de pensar na reciclagem, deveríamos nos preocupar mais em reduzir e reutilizar os materiais, para que não sejam potenciais poluidores do meio ambiente.

O lado bom de toda essa história (ainda bem que sempre existem dois lados) é a possibilidade de encarar a reutilização dos materiais como um estímulo à criatividade. Certos objetos ou materiais industrializados acabam tendo uma vida útil curtíssima. Reabilitá-los dando um novo uso – algumas vezes até inusitado – é um desafio interessante. Um exemplo de material de uso efêmero é aquele rolinho de papelão, que é envolvido pelo papel higiênico. O papel acaba e o rolo vai para o lixo. Tudo bem que ele pode ir para a reciclagem, mas por que não enxergá-lo como algo a ser aproveitado ainda?

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